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  • 21 Setembro, 2020

O que Muda com o Regime Transitório de Trabalho no Âmbito da COVID-19

Como é do conhecimento da maioria das pessoas, está por publicar pelo Governo o decreto-lei que estabelece um regime excecional e transitório de reorganização do trabalho, com vista à minimização de riscos de transmissão da COVID-19 no âmbito das relações laborais.

Através de um conjunto de regras mais apertadas, outras menos, o Governo Português tem o duplo desafio de, por um lado e como principal prioridade a saúde publica, por outro minimizar ao máximo os efeitos económicos, que daí e consequentemente podem advir.

Assim e tendo em conta todas estas e outras medidas tomadas durante este período pandémico, tornou-se primordial e fundamental a definição de um conjunto de regras e um plano estratégico que, as nossas organizações, obrigatoriamente terão de adotar.

Esta pandemia está a colocar as nossas organizações num contexto em que a consequência económica não tem precedentes. Quando se traz este conceito para a Gestão de Recursos Humanos, a margem de erro é cada vez menor, provocando assim um grau de exigência cada vez maior, exigindo uma melhor gestão dos imprevistos que podem tornar-se fatais para a vida das organizações.

Tendo em conta as novas regras impostas pelo Governo, as mesmas têm provocado uma mudança drástica nas mais variadíssimas (novas) formas de trabalho, nomeadamente quando falamos do teletrabalho e a transição para o home office. Com as novas medidas, tornou-se urgente a reorganização dos processos e o tratamento dos dados de forma inteligente e eficaz, consolidando uma nova gestão, totalmente atualizado com as atuais mudanças (ex):

  • promover o regime de teletrabalho sempre que a natureza da atividade o permita;
  • desfasamento das horas de entrada e saída das diferentes equipas ou departamentos, com intervalos;
  • criar equipas estáveis, de modo a que o contacto aconteça apenas entre trabalhadores de uma mesma equipa;
  • alternar as pausas para descanso entre equipas;

Torna-se fundamental compatibilizar regimes de trabalho presencial com trabalho remoto, seja por turnos, seja com horários desfasados.

Por outro lado, é necessário dispor de um acompanhamento em tempo real, que dê suporte a todas estas alterações legislativas e que resolva no momento as necessidades de cada organização. Assim e como plano de contingência que toda esta pandemia está a provocar, nomeadamente falta de recursos especializados nas organizações e a incompatibilidade que poderá provocar a aplicação do regime de teletrabalho, a flexibilidade de horários, etc os recursos humanos deverão estar focados na motivação e retenção dos colaboradores.

 Desta forma, as Organizações devem externalizar serviços e efetuar o outsourcing do processamento salarial e da gestão de RH, delegando a responsabilidade de execução destas tarefas, a empresas especializadas, num processo reconhecido como Business Process Outsourcing (BPO).

Através de um serviço especializado e acompanhamento próximo, adequados á realidade de cada organização, a Uniksystem BPO Services propõe responsabilizar-se pela condução dos processos, nomeadamente na agilização e execução das matérias respeitantes a Gestão de Recursos Humanos nas organizações com a garantia e segurança dos seus profissionais especializados.

Garante uma Gestão Operacional de Recursos Humanos, através de um método bastante funcional, e ao mesmo tempo apresenta-se como uma solução simplificadora, tendo como principal objetivo o facilitar da vida dos profissionais nas organizações.

Legislação aplicável:

Resolução do Conselho de Ministros n.º 70-A/2020 que declara a situação de contingência, no âmbito da pandemia da doença COVID-19: https://data.dre.pt/eli/resolconsmin/70-A/2020/09/11/p/dre

O decreto-lei que estabelece um regime excecional e transitório de reorganização do trabalho, com vista à minimização de riscos de transmissão da COVID-19 no âmbito das relações laborais que ainda não foi publicado no Diário da República.

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